sábado, 9 de abril de 2011

A SUJEIRA NOSSA DE CADA DIA !

            Devo dizer que esta semana resolvi trilhar aqui no blog por caminhos em que o lixo está longe de ser o lixo extraordinário do artista plástico Vik Muniz! Aproveitando que meu último texto foi a respeito de lixo musical estendo o tema para outros setores. 
           Mãos que insistem jogar qualquer objeto nas ruas. Mentes incapazes de perceberem o óbvio: objetos jogados nas ruas, ruas alagadas na certa. A falta de educação é visível, sujeira por todos os lados causando inveja a qualquer chiqueiro. Acredito que poucas cidades deste meu Brasil brasileiro sabem o que é limpeza. Cingapura é um bom exemplo a ser seguido por nós, mas estamos longe de alcançar este patamar. Há soluções simples e eficazes: prestação de serviços voltada para a manutenção da limpeza na cidade mais aplicação de uma multa.
            Há uma outra forma de se livrar da sujeira, muito usada por nossos políticos: a arte de varrer para debaixo do tapete! A propósito, sendo eu um artista plástico vou nomear esta "maravilhosa" arte de LIXO ORDINÁRIO.
           
             
       

sábado, 2 de abril de 2011

MÚSICA RUIM PROVOCA TERREMOTOS

         A cada ano que se passa é notório a conquista do homem nos seus mais diversos campos: a robótica, a  internet, o avanço da medicina. Contudo uma área tomou um caminho oposto que é a música. Grandes rádios se foram e hoje o que vemos são rádios comprometidas apenas com o ibope, sem dúvida é a vilã da cultura brasileira não se preocupando com a qualidade. Constantemente em grande quantidade vemos o despejo de lixo cultural em nossa sociedade, já não basta o lixo propriamente dito? Durantes estes meus quase 36 anos de vida contemplei e vi algumas rádios dando adeus é o caso da Alvorada FM, a Tupi FM que no início dos anos 90 nos contemplava com Franck Pourcel, Paul Mauriat, Henry Mancini, Anthony Ventura, Frank Sinatra e por último a Antena 1 Light FM. Cresci ouvindo dentro de casa: Belchior, Milton, Chico, Xangai entre outros. O que me preocupa é o amanhã. Se hoje nos empurram goela abaixo o axé, o funk e gêneros afins que são de extremo mau gosto e de péssima qualidade cultural, o que nos reserva o amanhã?
         Cervantes disse uma vez: "Onde há música, não pode haver coisa má."  Acredito que se nosso amigo espanhol tivesse a oportunidade de se pronunciar neste momento diria: "Apaga tudo que falei."
         Descobri o real motivo dos tsunamis e terremotos: a inquietude dos gênios da música em seus caixões!