domingo, 27 de junho de 2010

ENCONTROS, DESENCONTROS... REENCONTROS?

Há certas coisas que não há como explicar e uma destas coisas são os encontros que temos em nossa caminhada. É lógico que há encontros e encontros! Os encontros que me refiro são os belos e envolventes encontros. Posso falar que este ano tive 1 belo envolvente encontro:

O encontro que tive foi em janeiro na cidade de Alto Piquiri no Paraná tive a oportunidade de conhecer pessoalmente minha amiga irmã Luly e fui contemplado pois conheci a família dela que abriram as portas para mim de uma forma muito bonita, sem dúvida uma família lindíssima.


Da mesma forma que há os encontros, há também os desencontros e como encará-los? O que nos enche de esperança é que existe ainda uma terceira possibilidade que são os reencontros.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

TEORIA DAS MAÇÃS: MACHADO DE ASSIS X LULY

Boa tarde amigos, é um prazer estar de volta e retorno com um tema muito interessante que é a respeito da famosa teoria das maçãs de nosso célebre escritor Machado de Assis, mas no domingo passado me encantei com a visão de minha amiga, minha irmã Luly Richter a respeito da teoria das maçãs. Deixo aqui os 2 textos e cabem a vocês opinarem. Eu tenho a minha opinião que devemos nos valorizar sim, mas sem achar que é o último biscoito do pacote tanto é que eu acrescentei no final do texto da Luly aquilo que acredito que ela queria passar para todos nós.


TEORIA DAS MAÇÃS POR MACHADO DE ASSIS


"As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore”.


TEORIA DAS MAÇÃS POR LULY RICHTER


Esta semana minha irmã e eu colocamos uma escada para colher as mexericas do topo, aquelas lindas e perfeitas que ninguém pega porque estão longe do alcance das mãos. Tivemos a oportunidade de materializar aquela teoria das maçã do topo, do Machado de Assis: Dizem que as melhores mulheres são como as maçãs do topo, só os mais corajosos e esforçados conseguem chegar até elas.

Bem, nós não queremos mulheres, claro. Nós só queríamos as mexericas maduras. No entanto, ao esticar cada um dos meus músculos, me equilibrando no topo da escada, amaldiçoei quem disse essa bobagem! Peguei a primeira fruta e veio a primeira decepção: furada, vazia. Peguei a segunda, a mesma coisa. E assim sucessivamente.

Conclusão: as frutas do topo só tem casca. Por lá já passou um passarinho e sugou tudo o que elas tinham dentro. Estão lá dependuradas porque não tem mais peso pra cair do galho. Cair de madura. Ocas. Sem nada mais a oferecer.

Fiquei intrigada e comecei a pensar sobre a teoria das maçãs do topo e seu ponto obscuro. Então me lembrei de outra máxima popular: mulher bonita e inteligente adora um cafajeste. Misture isso àquela conclusão de que os que tem asas são os mais difíceis de cativar e teremos uma salada de teorias que na prática não se encaixam: O cafajeste chega às mulheres mais difíceis porque tem asas, mas os que tem asas é que são os difíceis.

Então deveria a maçã do topo criar asas também, para voar atrás de quem a cativou e depois a abandonou solitária no galho, esperando que alguém a alcance?

Os cafajestes se dão bem com as mulheres porque não se importam de voar até o topo. Se quiser uma maçã do topo, antecipe-se. Não se iluda demais com as frutas muito reluzentes. Elas podem estar ocas, pendendo tristemente dos galhos altos, tentando manter a dignidade. Se você é maçã do topo, aprenda a voar, mesmo que fruta não tenha asa. Só quem tem atitude consegue se dar bem.


Em resumo: Aquele ou aquela que achar que é o último biscoito do pacote a tendência é se quebrar ou mofar...